A arquitectura portátil. Será assim que se pode chamar a um espaço que tenta a promoção de uma marca e que se pretende itenerante. Nómada, efémero e intensamente usado em cada existência.
Não existem referências e vale tudo para que brilhe mais do que o vizinho. Essa é a única certeza, e nessa certeza encontramos o princípio do trabalho. Um contentor escuro, que não brilha e que não tem projectores apontados. Apelará pela sombra, pela simplicidade, pela unidade, que sobressai na confusão gerada por todos como uma qualidade. No interior, o produto, exposto em elementos neutros, aclarados pela luz branca e pálida sem brilhos nem efeitos. |